Continuo andando pelas ruas
Tudo negro, como gosto
Vento a me acariciar, como me delicio
Lua a me observar, como sonho
E ainda assim, no auge do prazer idealizado
Das cores lindas e visões oníricas
Me mordo e me suspiro
Pois, pelos céus...
Apenas tenho uma lembrança doce e gélida do que me tem e me espera
sábado, 24 de maio de 2008
Trecho do sonho em outro mundo
domingo, 30 de março de 2008
Game objectives
___Não tentar viver: fazê-lo; afinal, não pode-se evitar a vida, e há coisa mais interessante e fantástica?
___Descobrir os melhores modos pelos quais minha existência terá significado.
___Decifrar a mente humana em sua complexidade incomum [pessoas, pessoas, entendê-las é apaixonante...].
___Combater a ignorância e estupidez, divulgar o pensamento racional.
___Não deixar que a música cesse em sua magia.
___Apreciar a beleza, sempre que possível, seja ela qual for.
___E, por fim, driblar a mim mesmo, afinal, sou meu pior inimigo, esse meu lado humano me alveja e me destrincha; encontrando no anti-convencional e no surpreendente meu elemento.
quinta-feira, 13 de março de 2008
[Receios condensados]
[tentei escrever algo... mentira, que fiquei entretido nas inutilidades da internet, e me deparei com a hora, que é a hora que quero dormir... eu preciso escrever, pois muita coisa passa pela minha mente.
[suas contradições formam uma lógica deliciosa, pois a cada gesto que retém e a cada medo que não me conta, mais quero te entender. Seria o mistério a maravilha que procura em você?
[maldito ar de rotina e aulas bocejantes...
[sehnsucht a cada beijo terrivelmente desumano de despedida... ou seria egoísmo da minha parte?
[e me pergunto se os olhos negros de lágrimas retidas pousam sobre minhas tortuosas linhas... mas não sei se quero saber a resposta
câmbio desligo]
quinta-feira, 6 de março de 2008
Sobre a [im]perfeição
Minha perfeição dura um instante singular. Minha imperfeição também é similar.
E mesmo que a perfeição seja inalcançável [lembra da velocidade da luz?], por que não sempre nos dirigirmos à ela?
[ouço vozes, elas me dizer onde estou errado, e por vezes se recusam a me dizer, me deixando a adivinhar, desesperado. Minha frieza me consome, e depois do beijo que não esqueci não me lembro mais do que não fiz, mas, de qualquer modo, eu poderia estar mais tranqüilo...]
by
Leozoide
at
11:07 PM
domingo, 2 de março de 2008
Violin after midnight
It's a rose I'm after, the most beatiful thing of all. Many wish it and dream of it. I look for it 'cause it's perfection, it's a dream, a escape, a magic, a sweet melody played by cellos...
But I start to acknowledge I'm after a thing that's deep inside shadows. Don't know if everyone see those shades, but I do.
It's beautiful, but I don't actually know it deep. I wish it most, dreams and tears and colapses for that black rose; but it's the finest perfection, I need this rose.
Bare dreams are harmless, but proximity hurts. I approach a rose - I don't know its scent, its essence at all - and it hurts. Evil forces, too many wishes and dreams and needs, and so it's away again. Blood and tears are lost again, and again I don't have myself at all, my pieces get scattered through hearts.
You don't having a part of yourself surely makes you crash to reality, as a falling stone in a world of glass. It disturbes you lots. Maybe it's my lonely soul, that dreamin' of roses, black ones or not, drunk in poison or purely asleep.
Only Ravena knows my deep, and I'm still wrapped in chains longing for a rose that can make me feel a soul...
[a quem não se sente a vontade com inglês, apenas ignore...]
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Metadata2 - Sobre várias coisas
Às vezes deixo de escrever algo até interessante e/ou filosófico pois diz respeito a alguém, e seria algo meio como contar segredos ou sentimentos por cartazes. Não sei, sei lá, mas às vezes isso me vem a mente...
[Medo irracional de magoar as pessoas, de magoar a mim mesmo, alterar a melhor ordem das coisas... Mas, afinal, os ritmos são diferentes, me chama de louco e não sei o que você pensa, mas sei o que não sei... Medo de construir as coisas de modo inconcistente...]
...ando meio ridículo...
[o que foi que eu escrevi?]
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Há diversos motivos
"É injusto que se apeguem a mim, embora o façam com prazer e voluntariamente. Eu iludiria aqueles em quem despertasse desejo, pois não sou o fim de ninguém e não tenho com o que satisfazê-los. Não estou eu pronto a morrer? E, assim o objeto do apego dessas pessoas morrerá. Logo, quando não seria eu culpado por fazer crer numa falsidade, embora eu a adoçasse e acreditasse nela com prazer, e que ela me desse prazer, ainda assim sou culpado de me fazer amar. E, se atraio as pessoas para que se apeguem a mim, devo advertir aqueles que estariam prontos a consentir na mentira de que não devem acreditar, qualquer que seja a vantagem que daí me advenha."
Blaise Pascal, Pensamentos
[somos, afinal, mera ilusão; haveria motivo para insistir nesse teatro?]
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
"walk away"
"Todas as coisas que você sempre quis fazer, e nunca encontrou um amigo ideal para fazê-las.
Palavras que você sempre quis dizer, mas nunca encontrou alguém que merecesse ouvi-las."
Só achei lindo. Não que eu precise dessas frases agora, ou que me sinta assim. Mas é poético e inspirado. Há pessoas que sabem escrever...
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Aos patos
Há um ano, praticamente, não moro mais na cidade em que nasci. E vejo o quanto o tempo se passou, e como as coisas mudaram; e o quanto foi difícil mudar. Mas, inevitavelmente, mudei, de espaço e de mente.
Não conhecia ninguém. Me atinha muito a minha cidade natal, e às pessoas de lá. Não as tinha deixado ainda. Não havia cessado de amar o que eu tinha deixado, embora eu estivesse aqui e fosse continuar aqui.
No que se segue, fui me desprendendo aos poucos. Fiz amigos e amores, aprendi coisas e mais coisas, descobri muitas bandas novas... e continuo seguindo a vida.
Mas, e as pessoas de lá? Esqueci? Abandonei?
Não.
Simplesmente não tenho mais uma necessidade urgente delas. Talvez isso até faça nosso vínculo mais interessante, espontâneo, pois gosto delas, e as vejo porque são únicas. E, afinal, me agüentaram por todos esses anos, e merecem esse mérito. =D
Não quero deixar de tê-las como parte de mim...
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Atoísse
Estou aqui naquele resto de férias em que a gente tenta ao máximo não fazer nada... e aproveitar o resto de nada q nos espera...
Na constância dessa atoísse, nada me ocorre. Então vêm esses textos incompletos e reticentes...
Tento driblar minha parcialidade [e penso se isso atrapalha realmente], mas sejamos interessantes...
Não tem nada de interessante hoje, então.
Mas estou tentando tornar esse antro, apesar de obscuro, menos fúnebre.
então...
FELIZ ANO NOVO!!!
[já deram o remédio dele hoje?]