"Não é legal ser o quadro se nao pode tocar quem te olha"
Eu queria dizer que te quero,
mas tu me advertirias de que traria mais caos.
Respeito sua sensatez [ou estou sendo insensato?].
domingo, 5 de outubro de 2008
As coisas dão-se
Sempre me reequilibro. A questão de ajudarem influencia no tempo de recobrar-me, e no estado que sairei de cada situação caótica.
Sobre a mutabilidade humana induzida
Me pergunto se as pessoas deslocadas e não amadas têm possibilidade de sair de tal situação. Se aquele que ninguém acha legal, q ninguém considera, se a rejeição está infundida nele ou se é algo adquirido e desadquirível...
Me pergunta também se as pessoas mudam. Eu dou conselhos às pessoas de como mudar, serem melhores pra elas e para as pessoas a volta, mas admito que realmente não sei se as pessoas podem mudar. Ainda mais com o fato de eu não dar crédito ao conceito de livre-arbítrio.
De qualquer modo, tudo é triste assim...
A cura para todo o mal
Por que eu não consigo aprender que a cura para minhas raivas e tédios é mudar os ares e entreter-me inusitadamente?!
[agora vê se não esquece]
sábado, 4 de outubro de 2008
You can tell by the red in my eyes
"They'll say just:
let
her
crash
and
burn
she'll learn.
The attention just encourages her"
'Girl Anachronism' from The Dresden Dolls
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Festivais e violinos
Já são 3 e meia da manhã, e o contingente de barulho continua impassível. Permaneço sentado contra a parede, exausto e raivoso, assim como meus colegas de banda, espalhados pelo salão. O pedal duplo a percutir o bumbo, somado ao cheiro de cigarros, contribuem para que minha fúria e vontade de estar em casa pudessem ser facilmente captadas.
A escassez de pessoas, a hora avançada, o sono de todos, tornava a idéia de tocar, aquela noite, algo talvez odioso. Meus companheiros de banda, irados com a má organização, queriam ir embora. A vocalista discutia com uma garota do público, que insistia para que tocássemos, que, afinal, o resto das pessoas estava lá para nos ouvir tocar. Nós da banda nos estreolhávamos: tocar ou desistir? Desistir me era quase inconcebível, profundamente lastimante, quatro tardes inteiras gastas para ensaiar para esse maldito festival, e não tocar?! Me mataria de pensar na chance que deperdiçaria.
4 horas da manhã. Entreolhares e mais entreolhares. "Vamos tocar então! Umas três músicas só já dão", disse eu , afinal a paixão por tocar me aliviaria a perturbação mental daquela noite.
Ok, todos concordam. A penúltima banda estava na última música. Todos a postos. Corro e pego meu violino nos backstages. Finalmente a guitarra dá seu último grito e a bateria bate o último prato. Nossa vez. Lá vai a banda pro palco. Não é minha vez ainda. Metal Bucetation, do Massacration. Pronto, microfone ajeitado, subo no palco. Saudações, olhares inusitados, curiosos. "Um violino em uma banda de metal!" Não sinto receio, mas ânimo enorme de tocar. E dá-lhe Evanescence e Nightwish. Problemas de volume do violino, posteriormente consertados. Belos arranjos violinísticos deixaram o público bem; se não pela música, pelo menos pela inusitada estética.
E finalmente finda-se com o Fantasma da Ópera, e então tudo torna-se gargalhadas e comentários felizes. Sonho realizado. Aguardemos a próxima participação erudita no metal local...
domingo, 28 de setembro de 2008
Aquem do bem e do mal
O problema de fazer coisas boas é que as pessoas pedem bis.
Precisa-se ser muito bom para ser bom.
Parece então que ser mau é mais fácil, talvez até mais divertido.
Então por que ser bom?
sábado, 27 de setembro de 2008
[des]memórias
Gosto quando as pessoas me esquecem, e então se lembram de mim repentinamente.
Assim sinto justificado meu esquecimento das pessoas.
Lembrar [ou deixar de ignorar] faz um dia mto feliz... ou até libertar alguém de um sofrimento extenso...
é só isso que é preciso...
domingo, 21 de setembro de 2008
Sobre o álcool
Bebentes bebem e têm de se controlar.
Eu bebo meu refri e procuro me descontrolar.
Acho que meu caso é menos problemático...
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Monotone, monocromatic, monotheistic
Kael's got her at his bed
Inegately empty he declared
"Let me see what she's got"
Lovely nude made him mad
Monocromatic ridiculous sex
Ended his heart and mind bad