Dias brancos vêm e vão
Não sei se foi algo que perdi
Ou que não encontrei, que me falta
Sei que tua distância esvai meu sangue
Mesmo que tua memória refaça meu sorriso
Pressinto, sem data, teu encontro
Pelo qual minha alma anseia
3/10/2007
[acho que eu era mais poeta.. ou mais triste..
de qualquer modo, achei isso nos meus registros e lembrei que ficou bom.]
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Carta desenterrada, mas não menos distante
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
domingo, 14 de dezembro de 2008
Obsessões efêmeras
E novamente as inquietas noites de expectativas,
De não saber o que fazer.
E no saber, resumir-se a esperar
A boa vontade das donzelas,
Que por um sadismo macabro
Não são obsessivas como eu.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
(Y) [plaquinha de sarcasmo]
me lembre de não conversar na internet morto de sono.
[nunca falo as palavras certas]
sábado, 6 de dezembro de 2008
Fragmentações aglutinadas
O beijo às vezes torna-se uma ferramenta de intimidade, pois sem ele a aproximação é demasiada lenta e gradual. É um modo de baixar defesas e integrar emoções, receber e doar certa dose de confiança. É afinal um fenômeno louco com efeitos psicológicos incomuns, mas que quer dizer tudo o que tem que dizer. Não há muito o que possa ser sabido, ou nada, mas sei que depois de um tempo descobre-se a sutil diferença entre dar um beijo e acorrentar a alma, principalmente deve-se ter essa iluminação quando se cresce crendo em neuroses puritanas. Viver nos recatos clérigos arcaicos faz muito mal aos que anseiam a liberdade de espírito e mentalidade. Por fim, viva atento ao vento, e na meta de ser o ser mais perfeito que possa vir a ser.
domingo, 30 de novembro de 2008
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Periscópios à poesia
Ultimamente tenho procurado em cada ambiente no qual me encontro, observado cada face, cada movimento, cada modo de falar, cada conotação psicológica externa, para ver se encontro uma pessoa profundamente bela, para criar uma poesia que seriamente encontra-se em falta.